
em breve
Eu sou Sísifo feliz porque eu eternamente serei Sísifo, nasci para isso. Se o meu sofrimento tem propósito, também não sei. Mas eu ouso sorrir. Em meio às crises, à mágoa, à solidão, eu ouso sorrir. Porque nem tudo precisa de significado.
Maria de Lourdes M. Alves habita o refúgio das madrugadas em padarias que nunca dormem. A melodia alta protege a inquietude de um pensamento acelerado. Em uma caminhada que liga as margens do Velho Chico ao pulsar de São Paulo, ela tece uma história de vulnerabilidade profunda e resistência inabalável.
Por meio de arte vibrante e reflexões espirituais, a escritora busca um sentido que transcende a existência básica e celebra a servidão ao Criador. Esta narrativa conduz o olhar à transformação do caos em uma ordem plena de propósito. A estranheza individual se converte em luz coletiva.
A obra celebra a coragem de quem decide sorrir perante as dificuldades e aceita o chamado para brilhar em meio à própria desordem. Maria de Lourdes M. Alves escreve com a urgência de quem sabe que a verdade é um ato de resistência e que o amor, em sua forma mais pura, é a única âncora capaz de sustentar o peso da vida.
